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Eficiência no estudo

A forma como os alunos usam o tempo de estudo nem sempre é a mais eficiente. Apesar das particularidades inerentes a cada pessoa, há comportamentos que claramente podem facilitar a aprendizagem e conduzir a melhores resultados escolares. Na imagem acima publicada distinguem-se alguns hábitos mais comuns e destacam-se, pela negativa, dois que são normalmente pouco eficientes e, pior ainda, pouco duradouros. Com efeito, o resumo de matérias e a leitura exaustivamente repetida não são formas eficientes de estudo. Podem, sem dúvida, ser um razoável ponto de partida para a preparação de certas matérias, mas não são suficentes para o domínio efetivo e conexo que se deseja. 

A interrogação elaborativa baseia-se na capacidade de conseguir explicar com clareza as matérias estudadas. Assim, após algum tempo, o aluno deve ser capaz de expor os fundamentos teóricos adquiridos a outra pessoa. Esta é uma boa opção para o estudo em conjunto com colegas, mas, ainda assim, insuficiente...

Apenas com a realização de testes práticos de autoavaliação e com um estudo atempado, bem alicerçado num credível conhecimento teórico, se podem conseguir resultados melhores. Com efeito, nenhuma forma de estudo é mais eficiente. Assim, neste Centro de explicações, incentivamos os nossos alunos a um estudo autónomo complementar, não só através das fichas de trabalho publicadas neste portal, mas também do muito material de estudo que semanalmente é distribuido pelos alunos. Muita prática e estudo atempado são apostas com retorno garantido...

Bom trabalho.

 

Ferdinand Marques